Herói quase por acaso
Darci Debona | darci.debona@diario.com.br
“Gosto de ser chamado de Thuram. Acompanhei a carreira dele. Sou um
pouco parecido no aspecto físico mas, no futebol, não muito, a não ser
talvez na raça, na vontade de jogar”.
FUTEBOL
Thuram sempre foi atacante. É um jogador de bastante movimentação e
rapidez. Chuta com os dois pés e é bom de cabeceio. Mas precisa
aprimorar alguns fundamentos.
CARREIRA
A carreira do Thuram da Chapecoense é bem curta. Ele não teve
formação de base e jogava futebol amador na Bahia até os 19 anos. Daí
foi convidado por um empresário para jogar no Porto-SC, para disputar o
estadual de juniores. No ano passado, foi indicado para o técnico
Itamar Schulle. O treinador lembra que Thuram não conseguia dar três
embaixadas com uma bola de borracha e até estava pensando em
dispensá-lo. Mas Thuram fez dois gols num coletivo e mais outro em jogo
treino e ficou. Fez dois gols na Copa RS e disputou algumas partidas
do Gauchão. Acabou assinando por dois anos com o Atlético-PR e foi
emprestado para a Chapecoense.
LUTA
Ao contrário do craque francês, o atleta da Chapecoense não é muito ligado à luta política. Seu negócio mesmo é jogar futebol.
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